Estudos e Reflexões
Aqui eu compartilho o que estudo — sobre mediunidade, espiritualidade, ciência e as perguntas que atravessam os dois mundos. Não vim dizer que deves acreditar: vim te convidar a estudar. Cada texto é uma janela aberta com calma, com fontes, com respeito pelo tempo de cada um. Se algo aqui te desestabilizar, ótimo — isso também é parte do estudo.
A dúvida é sempre bem-vinda.
Ciência e espiritualidade: janelas para o mesmo mistério
Existem perguntas que a ciência ainda não responde — e outras que a espiritualidade responde de outro modo. As duas janelas dão para o mesmo céu.
Essa frase resume, talvez, tudo o que me move nos estudos que trago aqui. E ela nasceu de uma constatação simples: vivemos num tempo em que parece obrigatório escolher um lado. Ou você é “científica” e desconfia de tudo que não cabe num…
Quando a informação nos desestabiliza
Vou começar com uma confissão.
Mesmo estudando esses temas há anos, certa noite me peguei duvidando de mim mesma. Eu estava preparando um conteúdo sobre mediunidade — uma daquelas explicações que a Doutrina Espírita sistematiza com tanta clareza que quase parecem óbvias — e, de repente, uma pergunta surgiu de dentro: será que é importante trazer à luz o que ficou tanto tempo velado, escondido da grande maioria das pessoas?
O passe não é novo na humanidade
Antes de perguntar se o passe funciona, vale perguntar outra coisa: por que a humanidade inteira, em todas as épocas e em todos os cantos do mundo, chegou a práticas tão parecidas?
Imposição de mãos, sopros, rezas, passes, energização. Nomes diferentes, gestos muito semelhantes. Isso não é coincidência — é pista.
Nos encontramos hoje, em várias partes do mundo, com pessoas em depressão, sem encontrar um sentido para suas…
A opinião do outro me agride. O que fazer?
Existe uma frase que atravessa o dia e nos deixa em silêncio por horas. Não foi um grito, não foi uma ofensa — foi uma opinião. E, no entanto, doeu como se fosse um golpe. Se isso já aconteceu contigo, este texto é para que possas refletir. Porque a pergunta certa talvez não seja “por que essa pessoa falou isso?”, mas outra, mais desconfortável e mais libertadora: por que em mim doeu tanto?




